

Uma das características mais maravilhosas de Deus é Sua estabilidade. Ele não muda. Ele não age de modo infiel quando somos infiéis a Ele (2 Timóteo 2:13). Sua Palavra não deixa de se cumprir, mesmo quando a descumprimos. Ele não nos abandona, mesmo quando O abandonamos.
Jesus mandou que amássemos nossos inimigos e orássemos pelos que nos perseguem, não porque somos bons e altruístas. Ele disse que poderíamos fazer isso, da mesma maneira que o Pai faz nascer o sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. Deus não deixa de fazer nascer o sol ou cair a chuva quando não merecemos. E por quê? Porque Ele é fiel. Esta é Sua natureza e Ele não pode negá-la (1 Timóteo 2:13).
Geralmente, permitimos que a atitude de outras pessoas nos afete e nos tornamos co-dependentes de seus pecados, más condutas e falhas de caráter. Damos desculpas de que, se nos trataram mal, então, trataremos mal aos outros. Justificamos nossos defeitos por causa de nossa criação. Descontamos nossas frustrações por ofensas passadas em inocentes e acreditamos estar justificados.
Quando, por outro lado, apresentamos estabilidade emocional, demonstramos ser filhos de Deus. Se permitirmos que o comportamento dos outros ou uma mudança nas circunstâncias afete nosso modo de agir, manifestamos a natureza carnal que prevalece no mundo. Quem permanece o mesmo diante de pressões e pessoas difíceis age conforme a natureza espiritual que compartilha com seu Pai celeste.
Amar os inimigos e perdoar nossos ofensores não é uma atitude que tentamos produzir, assim como não podemos tentar ser generosos, fiéis ou pacientes a partir de nossa própria força. Estes são comportamentos de um caráter estável, que não se deixa influenciar pelas emoções e decorrem do exemplo que aprendemos com nosso Pai celestial.

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