

Quando chegamos ao ponto de esgotamento, precisamos de um tempo de restauração. Se vivemos ultrapassando nossos limites, deixaremos de viver com intencionalidade e passaremos a viver apenas por instinto de sobrevivência.
Quem está cansado, vive com sono, mas, porque sua mente continua agitada, não consegue descansar. Parece um ciclo vicioso: os pensamentos ansiosos impedem a capacidade de renovação, deixando o corpo exausto, o que dificulta a capacidade de concentração e de resolução de problemas, gerando mais ansiedade.
Efésios 5:14 traz a resposta para esses momentos. Primeiramente, o verso diz: “Desperta, ó tu que dormes”. Quando estamos sobrecarregados física e mentalmente, precisamos de um despertamento espiritual. Enquanto dormimos em espírito, nossos olhos estão fechados e perdemos a visão. Se deixarmos a Palavra de Deus avivar nosso coração novamente, nossa confiança no Senhor será revigorada e seremos capazes de descansar nEle.
O segundo conselho é: “levanta-te de entre os mortos”. Tanto quem está morto como quem está apenas dormindo não tem capacidade de reação. É preciso se levantar, ou seja, tomar uma atitude de ouvir a Deus e obedecê-Lo. A pior coisa que podemos fazer durante a batalha espiritual é perder nossa fé, porque, então, precisaremos lutar com nossa própria força, o que desgasta nossa energia e nos cansa ainda mais.
Depois do despertamento e do levantamento, é hora de Cristo nos iluminar. A direção de Deus nos fortalece para continuar a caminhada. Jesus disse que seu fardo é leve e suave (Mateus 11:28-30), mas, para tomá-lo, precisamos abrir mão do pesado jugo que estávamos carregando. Quem busca diretamente a fonte das águas de descanso quando está sedento, encontra alívio para sua alma.
Muitas vezes, abandonamos o primeiro amor para dar conta dos cuidados desse mundo e terminamos mais cansados do que de início. Quando entregamos a bagagem de nossas dificuldades a Deus e assumimos a responsabilidade de viver nosso propósito divino de vida, trocamos nosso jugo com Jesus e recebemos o renovo.

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