

Provérbios 15:5 diz que o tolo rejeita a correção. Palavras de disciplina não são para nossa destruição. Elas nos tiram do caminho errado, que nos levaria a consequências trágicas, e nos mostram a direção certa, que nos levará a vitória.
Por outro lado, sabemos que existem pessoas mal intencionadas que, ressentidas de nosso sucesso, lançam acusações para nos paralisar. Se algum personagem da Bíblia conhecia essa verdade, era Davi, que constantemente era vítima de traição dos amigos mais chegados.
Quando analisamos o versículo 5 do Salmo 141, vemos que Davi aceitava a correção como uma dádiva, mas também reconhecia que perversos praticavam maldade, com a única intenção de feri-lo. Como, portanto, diferenciar a repreensão sincera de quem quer nosso bem da crítica daqueles que pretendem nos derrubar?
A versão NVI amplia nosso entendimento, ao traduzir assim o Salmo 141:5: “Fira-me o justo com amor leal e me repreenda”. A legítima disciplina vem do justo, que anda em um caminho de retidão. Que moral ímpios e pecadores têm para nos repreender?
A correção verdadeira decorre do amor, e não da inveja e dos ciúmes. Quem já sofreu na própria pele com um erro, tem compaixão de seu irmão e não quer que ele repita o mesmo comportamento destrutivo.
Por fim, a correção genuína é leal. Quem só quer se meter na vida dos outros dá sua opinião e se retira, enquanto aquele que dá conselhos sábios se importa com o crescimento do próximo e o apoia durante o processo de aprendizado.
Quem recebe a genuína correção com alegria é abençoado, pois Deus corrige aqueles que Ele ama. As feridas feitas por quem ama são sinceras, como está escrito em Jó 5:18: “Porque ele faz a ferida e ele mesmo a ata; ele fere, e as suas mãos curam”.

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