

Quando alguém nos provoca, sua intenção é testar o que vamos responder. Se recebermos a provocação, reprovaremos no teste. Se não permitirmos que nossa atitude mude por conta da provocação, sairemos aprovados.
Davi foi provocado por seu irmão, que lhe chamou de fofoqueiro, presunçoso e mau. A provocação de familiares e pessoas próximas testa nossa personalidade. Deixaremos que ela atinja nossa identidade ou mostraremos caráter? Davi ignorou aquela provocação, pois não representava quem ele era. Ele deixou a mentira da ofensa para trás e focou no que havia sido chamado para fazer: enfrentar o gigante.
Davi foi provocado pelo rei Saul, que lhe chamou de inexperiente e incapaz. A provocação de uma autoridade testa nossa competência. Deixaremos que ela nos intimide ou assumiremos a capacitação que Deus nos deu para cumprirmos nosso propósito de vida? Davi escolheu não menosprezar os dons e talentos que recebeu do Senhor e contou com a unção que Ele Lhe dera para liderar.
Davi foi provocado pelo gigante, que desprezou sua aparência, o amaldiçoou e o ameaçou de morte. A provocação de um inimigo testa nossa capacidade de batalhar. Deixaremos que ele nos faça recuar covardemente ou seremos destemidos e corajosos para lutar e tomar posse dos despojos? Davi escolheu declarar a Palavra de Deus e confiar que o Senhor lhe daria a vitória.
Se não cairmos na provocação, faremos com que nossos provocadores saiam envergonhados. O objetivo da provocação é nos paralisar, mas, se resistirmos a ela, nos tornaremos mais fortes e os provocadores terão que se calar.

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