

No relato do nascimento de Jesus, geralmente damos destaque a Maria, porque só mediante uma intervenção divina uma virgem poderia dar a luz a um filho. Mas José não foi um mero coadjuvante nessa história. Ele não caiu de paraquedas, tendo desposado, por acidente, a virgem que Deus escolheu para plantar Sua semente. José era descendente do rei Davi, de quem as profecias indicavam que viria o Salvador.
Para os padrões humanos, talvez José tenha sido mais escolhido do que Maria para carregar um legado profético em sua genealogia. E o mais interessante é que foi ele quem tentou fugir de seu chamado, e não Maria, para quem o custo de obedecer a Deus era bem mais alto. Foi José, o escolhido a dedo, que tentou escapar de sua missão!
Mas Deus é impressionante, porque Ele escolhe tanto aqueles que fazem parte da promessa, como aqueles que se dispõem a obedecer a Seu chamado. Deus unge quem tem aliança profética com Ele, mas também unge todos os que se colocam à disposição para executar Seus propósitos.
Deus chamou de família os que tinham o sangue de Abraão, para quem Ele prometeu que, através dele, todas as famílias da terra seriam abençoadas. Mas o Senhor também incluiu em Sua família todos os que receberam sobre si o sangue de Jesus, os quais se dispuseram a seguir a Palavra de Deus e a cumprirem Seu querer. O Senhor não derrama Sua unção sobre os especiais; Ele torna especiais todos os que recebem Sua unção!
Um Feliz Natal a todos os leitores do blog Resposta na Palavra! Que Deus seja glorificado em sua vida e haja paz em abundância em sua casa, porque nosso Senhor nos quer bem!

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