

“Examinar-se a si mesmo” deveria ser uma prática frequente entre os cristãos. Mas o que verdadeiramente significa isso? Não é ficar caçando pecados escondidos ou se culpando por suas falhas. É verificar a motivação por trás de suas ações.
Nossas atitudes são uma mera materialização de nossas motivações. Jesus considerou que quem olhasse para uma mulher com intenção impura já havia cometido adultério com ela (Mateus 5:28). Os homens só conseguem ver a manifestação exterior de nossas motivações, mas o Senhor conhece nosso coração.
Para paralisar o pecado, é mais eficaz cortar pela raiz as intenções que provocam nossas ambições do que viver tentando resistir às tentações. Quando lutamos contra uma fraqueza ou um mau hábito, se conhecemos a origem de nosso comportamento, podemos orar de forma direcionada e estudar a Bíblia de forma intencional sobre a situação.
Por exemplo: se você anda ansioso, pode tentar não se preocupar ou pode orar a Deus e deixar que Ele revele onde se encontra o real motivo de suas ansiedades. Deus pode revelar uma raiz de incredulidade, que o impede de crer que o Senhor é capaz de suprir suas necessidades, ou pode flagrar uma atitude impaciente, que gosta de assumir a rédea das circunstâncias ao invés de entregar-se à direção de Deus.
Romanos 8:26 diz que não sabemos orar como convém. É por isso que precisamos do Espírito Santo para trazer à tona nossas intenções ocultas. Assim, poderemos acertar o alvo de nossos pedidos e encontrarmos a resposta ao nosso clamor.

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