

Muitas vezes, deixamos de orar pelos nossos inimigos porque achamos que temos que clamar a Deus para que eles tenham uma vida boa e regalada, enquanto nós amargamos a ferida que eles nos deixaram. No entanto, devemos orar pelos nossos inimigos para que eles tenham a chance de se arrepender de seus pecados e possam mudar seu comportamento.
Jesus orou pela fé de Pedro, antes que este o negasse três vezes. Por causa da oração de Jesus, Pedro encontrou o perdão e pôde se levantar novamente para se tornar a pedra fundadora da Igreja primitiva.
Judas não teve o mesmo destino. Sabendo da intenção maligna em seu coração, Jesus disse: “ai daquele por intermédio de quem ele [o Filho do Homem] está sendo traído!” (Lucas 22:22). Por mais que Judas tivesse reconhecido seu erro, ele não se arrependeu de suas atitudes e acabou se matando. Não foi Jesus que o condenou à morte, foram suas próprias ações que o levaram a ela.
Não precisamos orar para que Deus puna nossos inimigos, pois é seu próprio pecado que os encontra. Seu castigo vem de suas próprias ações. Quando oramos sobre as ofensas que sofremos, é para entregar nossa justiça nas mãos de Deus e permitir que Ele traga nossa recompensa.
Porque Pedro alcançou o arrependimento, ele se tornou útil ao Evangelho. Como disse Jesus, “quando te converteres, fortalece os teus irmãos.” (Lucas 22:32). Aquele que encontra perdão estende a outros a mesma misericórdia que encontrou do Pai. Por ter se deparado com sua culpa, Judas acabou patrocinando um cemitério, pois estendeu a outros a mesma morte que ele experimentou. Uma oração muda destinos!

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