

Deus está mais interessado em “por que” fazemos o que fazemos do que em “como” agimos. Jesus mostrou ser possível até orar com uma intenção falsa (Mateus 6:5-8), ficando de pé e proferindo um longo discurso, a fim de ser visto pelos homens, ao invés de orar pelo simples desejo de manter um relacionamento com o Senhor.
A parábola do filho pródigo (Lucas 15:11-32) ilustra bem a razão pela qual devemos obedecer.
O filho pródigo saiu de casa para fugir das regras de seu pai, porque acreditava que obedecer não era vantajoso. Ele achava que o mundo, com seus prazeres e alegrias, trazia mais recompensa do que obedecer.
O filho mais velho andava em obediência porque queria algo em troca. Ele achava que, se trabalhasse duro para andar em retidão, mereceria alguns momentos de lazer e diversão com seus amigos.
O pai, porém, via as coisas de outra maneira. Ele queria que seus filhos obedecessem, por serem filhos. A obediência mostrava que seus filhos reconheciam sua autoridade como pai, ao mesmo tempo em que afirmava a paternidade daqueles jovens, porque filhos devem obediência aos pais.
Obediência não está relacionada ao “fazer”, mas ao “ser”. Não obedecemos apenas para fazer as coisas da maneira correta, mas porque somos filhos de Deus. A obediência revela que somos filhos de Deus, porque filhos obedecem às instruções de seu Pai.
A desobediência de um filho de Deus dá mais mau testemunho do que um descrente que difama o nome do Senhor. Quando você obedece, está demonstrando compartilhar o DNA do Pai!

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