
O Egito foi acometido de uma terrível praga: rãs subiram do rio em quantidade tão grande que entraram nas casas, nos quartos, nas camas, nos fornos e nas amassadeiras, impedindo os egípcios de trabalharem, comerem e descansarem. Mesmo assim, quando Moisés perguntou ao Faraó quando deveria orar para que as rãs fossem removidas, o governante respondeu: “amanhã”.
Por que procrastinamos em buscar a Deus hoje, quando sabemos que, assim que orarmos, o Senhor nos ouvirá e responderá? Às vezes, procrastinamos porque queremos ver se a situação se resolve sozinha, sem que precisemos nos esforçar. Às vezes, demoramos a orar porque esperamos que Deus mude de ideia, para não precisarmos confrontar o problema. Às vezes, procrastinamos porque não estamos preparados para abandonar um pecado e desejamos desfrutá-lo por mais algum tempo, antes de nos arrependermos por completo.
Fugir da presença de Deus não muda Sua vontade, só nos faz conviver com as dificuldades ainda mais tempo! Enquanto Faraó adiou a oração, a praga não foi removida, o propósito do Senhor de libertar os israelitas do Egito não mudou e novos problemas foram criados, porque as rãs morreram e passaram a cheirar mal.
O resultado de procrastinar a oração é endurecer nosso coração e abrir as portas para novas perturbações. Deixar o tempo passar não vai resolver o problema, não vai perdoar os pecados e nem vai nos tornar mais dignos de entrar na presença de Deus.
Não viva mais nenhum dia engolindo os sapos que o adversário manda em sua direção! Quanto mais rápido você entrar em batalha espiritual e der ouvidos às ordens do Senhor dos Exércitos, mais rápido paralisará o agir do inimigo e alcançará a vitória.
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